domingo, 26 de outubro de 2014

ORGÂNICOS


Promover qualidade de vida com proteção ao meio ambiente. Este é o objetivo da produção orgânica vegetal e animal. Sua principal característica é não utilizar agrotóxicos, adubos químicos ou substâncias sintéticas que agridam o meio ambiente. Para ser considerado orgânico, o processo produtivo contempla o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais. O Brasil já ocupa posição de destaque na produção mundial de orgânicos.


Saiba mais: http://www.agricultura.gov.br/desenvolvimento-sustentavel/organicos

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Descobertas e sumiços


Mapeamento de mamíferos de grande e médio porte já encontrados no Nordeste revela novas espécies e mostra que animais como a onça-pintada e o tatu-bola estão extintos em alguns estados.
Leia mais:

http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/01/descobertas-e-sumicos

domingo, 17 de março de 2013

Estudo sugere ligação entre exposição a agrotóxicos e desenvolvimento de diabetes tipo 2.

A relação epidemiológica entre o uso de pesticidas e a crescente incidência de males como câncer, problemas hormonais e reprodutivos, entre outros, é cada vez mais clara. Mas novos estudos têm apontado uma nova e incômoda conexão, desta vez entre pesticidas e diabetes tipo 2, o que poderia explicar, ao menos parcialmente, as proporções epidêmicas que essa doença vem assumindo em escala global.
Como conciliar a produção de alimentos com menor quantidade de agrotóxicos?

LEIA O ARTIGO COMPLETO
http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/pesticidas-comida-lixo-diabetes-e-alzheimer

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Vale a pergunta: você sabe quais são as espécies vegetais raras que ocorrem em sua região?



Após incontáveis expedições e exaustivos levantamentos florísticos por todo o país, pesquisadores da Universidade Estadual de Feira de Santana (BA), em parceria com a Conservação Internacional, concluíram o projeto ‘Plantas raras do Brasil’, que resultou na publicação de um livro e no lançamento de um site, que vêm servindo como valioso material de consulta para especialistas e entusiastas.


Leia mais: link:http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/02/flora-desconhecida/view

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

PARAÍSO DOS AGROTÓXICOS

  Substâncias já proibidas em vários países encontram mercado fértil em terras brasileiras.

Segundo estudo o  Brasil é a lixeira tóxica do planeta, desde 2008 somos os maiores consumidores globais de insumos químicos para agricultura. Mas, diante de uma balança comercial envaidecida por números sedutores, discutir os reveses desse modelo agrário tornou-se tabu (que o diga o palestrante da SINGENTA -  no AGROBIO). A eterna e robusta economia agroexportadora, baseada em bens primários de baixo valor agregado, insiste em se reafirmar – ainda que assombrada por uma crise de percepção e acompanhada de temerosas dívidas sociais e ambientais.
Segundo o economista do IBGE, que recentemente estudou propriedades rurais no Paraná, cada
US$ 1 gasto na compra de agrotóxicos pode custar aos cofres públicos US$ 1,28 em futuros gastos
com a saúde de camponeses intoxicados.

" A agricultura no Brasil  sem o adubo químico e agrotóxicos tem futuro?"

Veja reportagem completa no  Link:

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Efeito do desmatamento na quantidade e qualidade da água

O assunto sobre desmatamento e a conservação da água será tema de um evento promovido pela Faber Castell unidade do Prata, neste dia 20 e 21 de Setembro. Neste evento será discutido ações relativas a conservação das nascentes e a influencia da vegetação arbórea na manutenção das nascentes. Falar em não desmatar nos dias atuais é pedir para não ser ouvido, no entanto só os mais conscientes sabem o valor da cobertura vegetal nativa para a quantidade e qualidade da água. Quando várias veredas e nascentes secarem e a disputa pela água for declarada no Brasil, as pessoas vão valorizar as atividades ambientais que preserva a cobertura vegetal próximas aos cursos de água.

Professor Olavo